11/06/2007

Cinco dicas para resistir ao massacre do Dia dos Namorados

Todo ano é a mesma coisa: conforme o 12 de junho se aproxima, uma enorme turma de solteiros, homens e mulheres, sente o cerco se fechar. São comerciais com casais apaixonados, outdoors com cenas meladas, conversinhas no trabalho e na roda de amigos sobre planos para comemorar, o presente que se quer dar ou receber. Para uma parte da tribo dos sem-namorado, é o fim do mundo. A data vira martírio para a auto-estima, com questionamentos sobre o porquê da falta da cara-metade.

Mas, para outra parcela de solteiros, estar só não é sinônimo de desespero. Nos Estados Unidos, já existe um movimento dos 'orgulhosos em ser solteiros' e dos que 'odeiam o Dia dos Namorados', lá comemorado em 14 de fevereiro. E o que começou como deboche virou nicho de mercado: vendem-se camisetas e canecas com dizeres como 'love sucks' (o amor é um saco), 'emotionally unavailable' (emocionalmente não disponível) e 'so happy! I'm single' (muito feliz. Sou solteiro).

Guia de sobrevivência
  • Decida qual o seu ponto de vista sobre a data. Você gostaria de comemorar ou prefere tratar como um dia qualquer? Se escolher comemorar, mesmo que sozinha, faça algo que a deixe feliz: peça seu prato preferido, alugue um monte de filmes bacanas, compre um livro...
  • Se for convidada para uma festa de Dia dos Namorados pense seriamente em ir. Há uma boa chance de você conhecer outros solteiros interessantes. Se tiver vários amigos desimpedidos, organize sua própria festa: peça para seus convidados levarem outros amigos. Assim, você conhecerá pessoas novas.
  • Aproveite o dia para começar um novo hobby, como pintar ou cozinhar.
  • Já que ninguém vai dar um presente a você, dê algo a si mesma.
  • Se quiser mesmo ficar de bode, fique. Se encontrar uma amiga para ficar de bode junto, vocês podem até acabar a noite dando risadas e chegar à conclusão de que o Dia dos Namorados é uma data comercial, criada para aumentar a venda de chocolates e flores.

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