28/03/2009

Big Fone, intrigas e muito estresse!

"Escolha dois participantes que não estão no paredão para irem ao Quarto Branco. Hoje, você deve pegar dois colares pretos na despensa e deve guardar o segredo"
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O castigo do Big Fone está gerando um clima sombrio e pesado na casa. Pri está com o “monossílabo” na mão, cheia de receio de que o babado seja forte demais. Pri comenta com Max: "É, o bicho vai ser feio. Pela cara dela (de Fran) o bicho vai pegar", comenta se referindo ao Big Fone. Max concorda: "Foi longo, né? Muita informação". "Quando vi a cara dela achei que era bomba. Só espero estar preparada", continua a morena. "Não tem como não ficar tenso. Até eu estou", diz o artista plástico. Ótimo que fique com os faróis baixos, quem sabe se assim não faz tantas intrigas envolvendo Fran e Max.

Flávio está furioso e verborrágico, não parando de ruminar o desentendimento com Fran, repetindo exaustivamente a historinha. Depois de ter alugado o ouvido Max, mais uma vez repetindo as queixa contra Fran, num claro esforço para queimar o filme da gaúcha e chamar para si o apoio do carioca, o desvairado pegou Joseane para continuar com a metralhadora destravada detonando Francine. Esta logo se cansou, mas não perdeu a chance de criticar a fofurinha. Enfim, o climão paira sobre a casa. Flávio está obcecado pela idéia de detonar Francine, cheio de ira e rancor por ela. Coitado! É tão feio, tão tedioso e futriqueiro, tão arrogante e presunçoso que inspira dó e compaixão!

É lastimável ver o glorioso Grupo B agonizando. Os frágeis alicerces que embasavam a amizade e a lealdade prometidas e juramentadas não resistiram às transformações sofridas por cada um dos seus membros no tedioso e pesado cotidiano no confinamento, entraram em colapso e se esvaíram numa infernal rede de intrigas dentro da casa e num diabólico jogo de cartas marcadas imposto pelo Diretor todo poderoso e cheio de ganância pelos lucros que certas imposturas poderiam render. Daí brincar com os sentimentos dos confinados, como se viu no incidente da carta de Dejota, diabolicamente planejado para confundir e abalar Max e Francine, depois das torturas do “quarto branco” e da decisão arbitrária de introduzir na casa dois novos competidores com a missão de desarmonizar a convivência dos confinados e implodir a estabilidade dos relacionamentos, agravando o estresse do qual ninguém escapou.

No caso específico do Grupo B, a falência do propósito e juras de amizade, de lealdade e de recíproca proteção teve a sua gênese na rede de intrigas e de maledicência que sempre existiu (mais intensamente no Grupo A), foi tomando outras proporções e agravando-se à medida que o programa aproximou-se do seu término, e o medo de saírem da casa, a síndrome do confinamento e o empenho em evitar os paredões começaram a abalar os sentimentos de amizade e as promessas de lealdade, anulados pela maledicência e pelas intrigas que determinaram a debandada do grupo B.

O que se vê agora é uma aflitiva pobreza na forma como se relacionam com os ex-amados parceiros. Flávio e Priscila foram os primeiros a romperem o pacto de lealdade, prodigalizando maledicência sobre Fran e Max, simplesmente por que sabem serem os mais fortes no jogo. Não hesitaram em trai-los, votando em Max para o paredão, fazendo a cabeça de Fran contra Max e vice versa, num joguinho perverso e antiético. É nesse momento crucial do jogo que os mal formados moralmente e psicologicamente mal resolvidos mostram o lado obscuro de suas personalidades, buscam agruparem-se em novas alianças com parceiros que comunguem das suas ambições, como acontece com Flávio e Priscila juntando-se à Joseane, contra Max, Francine e Ana Carolina. É triste vermos o desmoronamento de um grupo que tanto nos encantou e seduziu! Que se entoe um réquiem em memória do finado Grupo, de saudosas lembranças!

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