14/04/2009

Não saber perder com dignidade, é triste!

Não foi apenas aqui que foram feitas análises críticas acerca dos despautérios de Ana Chorolina. Em muitos outros blogs, o seu comportamento rasteiro e as demonstrações de despeito, inconformismo e má educação foram duramente execradas. Se Francine trouxe ao programa todo o seu brilho, seu bom humor, sua simplicidade e incontestável carisma, a pobre menina rica deu uma demonstração de que, como dizia Clodovil, “não é dinheiro e fama que dão categoria. São outras coisas!” Coisas estas que sobram em Francine, em Max e inexistem em Ana Chorolina: classe e elegância, gentileza e respeito no trato social.

A má figura que fez no BBB9, a imagem desprezível que passou para o imenso público que assiste o Domingão do Faustão e, pior ainda no Pânico, ficarão para sempre associadas ao seu nome. Fama já está tendo, mais do que o trio finalista: a de ter sido a pior participante que já passou pelo BBB, dentro e fora do programa. O depoimento da pessoa que estava no auditório do Faustão passou-nos detalhes ainda mais depreciativos da furiosa frustração e do arrogante e rançoso inconformismo dela, demonstrados ao encontrar Fran, Max e Pri na sala de espera do programa, desfeiteando os três, grosseiramente, com a recusa de ficar na mesma sala “com os perdedores”. Se isto não é um estado de total desequilíbrio emocional, de incontrolável histeria, de quem não está acostumada a perder ou encarar as frustrações, então o que é? Imaturidade aos 25 anos de idade? Então que chamem a Nanny para domar a criancinha rebelde e ensinar-lhe o que significa a obediência e o respeito ao limites.

Se no Faustão foi aquele festival vergonhoso de baixaria, com o pessoal do Pânico foi ainda pior, por ter Naiá fazendo coro com ela nos ataques à Francine e ao Max, zombando e ridicularizando a relação do casal e seus projetos de casamento, sem se darem conta de que estavam dando bandeira de mal educadas, invejosas e despeitadas, à beira de um ataque de nervos. “Poisé”, Ana precisa muito de conselhos, neste momento difícil de grande provação e de imensa desdita para sua auto estima, seu orgulho e sua vaidade, atingidas pela inesperada derrota, no limiar do término do BBB9, quando já se sentia a vencedora incontestável. Coitadinha! Ela precisa muito, dos conselhos de sua mãe, sempre a melhor conselheira e amiga que temos. Pois, se ela, no confinamento revelava uma aflitiva “umbigolatria”, como disse uma das nossas leitoras, agora, com tantas celebrações e apoios à sua triste performance em público, corre o risco de desenvolver e aprofundar, ainda mais, a sua hipertrofia do "Ego“, já notória ao longo do confinamento. Para o mal de Chorolina só a psicanálise linha dura poderá fazê-la chegar ao auto-conhecimento, necessário e indispensável, para que se assuma como uma mulher adulta, lúcida e coerente, já que não levou no bundão proeminente as palmadas que mereceu em sua fase de formação.

Voltando ao encontro dos rapazes com Ana, não posso deixar de mencionar uma tirada deles sobre o vestido de cor berrante, que deixou Ana de riso amarelo e a mim, em risadas escancaradas. Era um tomara que caia rosa choque, um pouco folgado, que, mesmo com os peitões flácidos não dando sustentação, ela insiste em usar e o puxava para cima de minuto em minuto, com aquele gesto deselegante que ela repete tanto. Um dos irreverentes rapazes, olhando para ela, disse: “Ana, esse vestido parece roupa de bombom de festa de pobre”. Gente, eu olhei para o vestido e não pude conter as risadas, pois parecia mesmo um bombom “sonho de valsa”. E com Naiá os impiedosos, estimularam que a velha-adolescente desfilasse, enquanto eles diziam: “Naía mostrando o seu corpito de cinqüenta e quatro anos aos sessenta”. E ela exibindo-se como um pavão...Ó dó! Ó, Pai! Que circo!

Nunca vi fotos de Ana acompanhada pela mãe e pelo pai, apenas o noivo aparece à tira colo. Nas tomadas feitas com a turma do Pânico, Ana estava na companhia da avozinha Naiá, do marido desta e do noivo. Nunca li nenhuma declaração da mãe de Ana sobre a sua conduta, dentro ou fora da casa, tampouco do seu pai, parecem pessoas discretas. Não acredito que ambos se orgulhem ou que aplaudam o que viram a filha fazer, inclusive as ridículas cenas após a saída de Naiá, aos esperneios na cama e em birras pueris com o vestido branco, nem o que continuam a ver. Acredito que, mesmo mimada, tenha recebido boa educação, como creio que a convivência com ela não seja nada fácil, para a família. A única vez que li um comentário de sua mãe, foi afirmando que nunca a tratou com mimos, sempre foi rigorosa com ela, mas o pai a mimava muito. Imagino os barracos que arma quando é contrariada pelos pais e pelo noivo.

Aliás, os papelões não foram protagonizados apenas por Ana e Naiá. Também Mirla e Léo soltaram o veneno, deram o seu amargo showzinho, tão rasteiros o quanto foi o de Boninho, também debochando de Fran e Max. Como é feio esse pseudo-Zeus, peitudão, de barriga estufada, tronco rotundo, de rosto repolhudo, adornado com gorda papada. Se, ao menos, tivesse classe e compostura! Enfim, salvando Milena, Nonô e Flávio, os demais participantes presentes repetiram fora da casa o que foram no confinamento, alguns se revelando ainda piores. Com este post, encerro tudo quanto tinha a dizer sobre Ana Carolina, nenhuma palavra voltarei a escrever, seja para criticá-la, seja para elogiá-la (o que seria difícil). Cansei dela, de Naiá e de todos que não sejam Francine e Max. Mas, doravante, teremos menos novidades sobre eles. Ambos têm seus sites, noticiando tudo o que se passa com os dois, os quais podemos consultar. Já foi uma tortura ter que aturar Ana no PPV. Chega! Preciso ocupar meu tempo com assuntos edificantes, que me acrescentem alguma coisa boa. Não vou mais olhar para quem não vale a pena!

PEÇO À PESSOA QUE ESTÁ COLANDO MEUS POSTS NO HALOSCAN DO TEVESCÓPIO, DE FORMA DESONESTA, COMO SE O TIVESSE COLHIDO EM UM JORNAL, SEM DAR OS DEVIDOS CRÉDITOS À PESSOA QUE OS ESCREVEU, QUE RESPEITE O TRABALHO ALHEIO. SE ISTO VOLTAR A ACONTECER, NOTIFICAREI AOS ADMINISTRADORES DO REFERIDO BLOG.

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