28/08/2009

Que mundo é este em que vivemos?


A notícia de que mais uma criança sequestrada há 18 anos, quando contava com 11 anos de idade, foi encontrada em um cativeiro, onde havia sido feita prisioneira pelo sequestrador é de estarrecer! A situação ainda fica mais grave porque o ordinário estuprou e engravidou duas vezes a garota, hoje com mais de trinta anos. O absurdo desta sórdida e triste história é o fato do monstro ser casado e morar com a mulher no mesmo lugar onde mantinha Joycee Lee, a sequestrada, nos fundos do quintal da casa, alojada numa espécie de bunker, em condições desumanas de sobrevivência.

A tragédia do sequestro teve repercussões na vida da mãe e do padastro de Jaycee Lee, provocando a separação do casal devido a suspeitas levantadas contra o marido da mãe, hoje inocentado das desconfianças injustas contra a sua pessoa. O que não consigo entender é como a vizinhança nunca percebeu nada estranho naquela casa e como a mulher do tarado aceitou uma situação tão anormal, infame e humilhante dentro da própria casa, sem denunciar o marido perverso. É muita maldade reunida sob um mesmo teto. É muita frieza, covardia e falta de misericórdia.

Assim, repetia-se nos EEUU a mesma historia monstruosa do pai que manteve a própria filha em cativeiro, obrigada a ser sua amante, durante 24 anos. A diferença entre as duas é apenas na questão do parentesco, mas o princípio maquiavélico é o mesmo. Agora eu me pergunto se a menina raptada do hotel no Algarve (Portugal) não estaria também prisioneira de algum outro monstro estuprador que a forçará a servir aos seus apetites abjetos. Quantas meninas estarão sendo vítimas de situações idênticas? Como entender essa onda de violência com crianças?

Não há semana sem que tenhamos uma notícia de estupros de crianças de ambos os sexos, seguido de assassinato praticado com requintes de sadismo e perversidade. Que mundo é este? Não sei se vale a pena viver tanto para testemunhar a miséria moral que recai sobre a humanidade... Não lembro de histórias deste tipo no meu tempo de juventude e em décadas passadas. A impressão que tenho é a de que uma espessa sombra diabólica paira sobre as nossas cabeças e faz dos humanos seres endemoniados, transformando-os em requintados agentes do mal.

MAMIS, baixe aqui sua nave, quero mudar-me para Marte! Não agüento mais este planetinha trevoso de provas e de expiações! Será que em Marte tem praia? Se não tiver, levaremos uma bacia e faremos como Francine...hehehehehehehehe

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