28/03/2009

Flávio: maledicência compulsiva e doentia!

Francine está aparentemente triste e sem ânimo nessa manhã pós-Big Fone. Depois de tomar o café da manhã sozinha na xepa, ela foi conversar com Joseane, desabafando com ela a sua angústia: "Se eu tinha esperança de ganhar esse programa, eu não tenho mais". O que a atormenta é, como revelou à cantora, o Big Fone que atendeu na última noite a fez fazer uma coisa muito ruim. Além de não poder revelar o que ouviu, a gaúcha sofre por ter sido forçada a escolher duas pessoas para passarem por um castigo que, no imaginário de todos, é aterrorizante e violento, podendo levar à eliminação do que não resistir à tortura do branco total.

Talvez, Francine não esteja triste por ter indicado Flávio, mas a indicação de Priscila não está sendo fácil de administrar, por que a Fofurinha não percebeu que Priscila não é a amiga leal que julga. Josiane tenta consolar a professora, dizendo-lhe que ela não deve pensar de forma tão negativa. Esforço baldado, Fran sente-se mal e confessa: "Amanhã você vai ver o que eu fiz. Estou me sentindo um monstro". Por mais que Joseane tentasse fazê-la entender que qualquer um podia ter atendido ao Big Fone, Fran não se livra do receio de ser julgada desleal dentro e fora da casa.

Enquanto Francine está arrasada por pensar que poderá estar condenando um dos “amigos” a sair do programa por não conseguir suportar o castigo, tal como aconteceu com Léo, o bode rouco, Flávio, apesar de saber que Fran estava sem opções para escolha, mesmo assim encontrou uma forma de usar a entrega do colar para ele como motivo para mais maledicências contra ela: critica a forma seca como ela deu-lhe o colar!!! Pooooooode? Que ser abominável e maledicente!

Ontem, Flavio chegou às raias do desvairamento ao dizer, entre muitas outras coisas delirantes, que Francine só empenhou-se em atender o Big fone para ferrá-lo, queixando-se ainda de que ela fora autoritária e arrogante ao dizer-lhe que não se atrevesse a passar na frente dela. Afinal, o Big Fone deu muita lenha para a fogueira onde o ruivo maldoso vem torrando a imagem da gaúcha! Ele teme a possivel popularidade da Fran, da qual não duvida. Tanto que, depois do paredão de Max, ele diz ao carioca que este estava com a pessoa mais querida aqui fora. O bode rouco percebeu muito bem os gritos da torcida de Max gritando “Benhê”, usando o mesmo tratamento usado pela Fofurinha.

Algumas pessoas criticam Max, achando que ele não se posiciona na querela entre Flávio e Fran, defendendo abertamente a namorada. Eu não o censuro porque já compreendi que ele age assim por prudência, não dizendo claramente ao linguarudo o que realmente pensa cerca da conduta dele, desde a festa da quarta-feira, assumindo o apoio à Fran. Max conhece o temperamento emocional explosivo de Francine, tanto como conhece o gênio impulsivo e esquentado de Flávio. Daí seu esforço para não tomar o partido de um ou do outro. Assim não corre o risco de ver a namorada repetir a cena que protagonizou com Maíra, prejudicando-se no jogo. Sabemos que Flávio não aceitaria ser relegado ao segundo plano por Max. Decerto interpretaria como traição e sabe Deus quais seriam as conseqüências que adviriam se ele se sentisse desprezado.

Gostaria de saber quem seriam os escolhidos de Flávio ele tivesse atendido ao Big Fone, como ele desejava, razão pela qual o bode rouco ficou tão desvairado. Alguém duvida que ele escolheria Max e a Fran? Esse sujeitinho está doente. Conseguiu arrastar Max para o quarto do líder, recomeçando outra sessão de tortura no já estressado Max. Exaltado, o pato rouco está caindo de pau em Francine, perante um Max monossilábico, metido na maior saia justa, constrangido por ser forçado a ouvir o discurso obsessivo, delirante, execrável, chiliquento revoltadinho, furioso e maledicente do amedrontado “mico” fazendo pose de gorila doidão.

Flávio é um doente da alma. Sofre de um mal super nocivo aos que o rodeiam: a maledicência. Um mal que vem de seu espírito pequeno, mesquinho, de sua má índole, de problemas de ordem psicológicos mal resolvidos aos quais se somam as frustrações por não se sentir realizado. Acrescente-se a esse conjunto de fatores uma sua tendência instintiva e, por vezes, corrosiva, de falar mal dos outros. “Dizer mal” faz parte da natureza humana e tem muitas variantes, das mais graves (as que visam prejudicar e, às vezes, é acompanhada de calúnias) às mais leves e inofensivas (as fofoquinhas de sala). No caso de Flávio, a maledicência é agravante por ter uma intencionalidade demolidora, usa a repetição recorrente e contínua, visando decalcar no espírito dos ouvintes (confinados e público) a idéia de que o maldizente é uma vítima inocente da tirania de alguém a quem estima (no caso Francine). A intenção é mesmo destrutiva. Se Max se voltar contra ele, poderá ser bem pior. Esse tipo de pessoa não respeita limites e tem um grande poder persuasivo.

O ato de minimizar Francine, como fazia pela manhã, tentando persuadir Max de que ele estava numa roubada por ter se ligado à Fofurinha, apontando os defeitos da moça, dá a Flávio a grata ilusão, de aumentar o próprio valor, e sentir-se por isso: "mais" que ela. E Flávio faz isto impiedosamente, obsessivamente, com Francine, no fundo porque se projeta nela, não como seu objeto de desejo, mas enquanto objeto do desejo de Max, do carinho e das atenções de Max, como ficou perceptível numa das suas queixas contra a gaúcha, acusada de se interpor entre ele e Max, impedindo que convivesse mais com o “amigo”. Que nome tem esse sentimento, senão ciúme? Ciúme mesclado de inveja, frustração e despeito. Portanto, a atitude de Max está sendo correta e prudente. Nada de ferir a fera desvairada! Que dê apoio à Fran sob o edredom, no pé do ouvido, para que o insano não decifre sequer os murmúrios do que por acaso escute. Coitado! Quanto mais fala mal de Fran, mais se queima na opinião pública.

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