15/03/2009

Uma anja de asas caídas e coração confuso!

Ana e Naná conversavam no quarto, deitadas na cama. Depois de trocarem as juras de amor matinais, passaram a falar sobre paredão. Naná dizendo que sabe que está no bico do corvo e que vai sair. “Você não vai sair”, disse-lhe Ana. “Se eu for mesmo abençoada pelo anjo, escaparei deste, mas estarei no próximo e em todos os outros. Presunçosa, a mãezinha retrucou: cada um que for com você vai ser derrotado.

“Você tem que tentar ganhar uma prova de líder, Naná. Eu e você, diz Ana. “Não quero ser líder, Ana! Não gosto da liderança. Você e Jose que tentem”, retruca Naná. “Você não quer ir comigo para a final? indaga a “filhinha” segura de que á é a campeã. “Claro que quero, mas posso sair nesse paredão”, diz Naná! Ana tranqüiliza a “mãezinha querida, assegurando que ela não irá Max nem com Fran, porque correria risco, que vai fazer tudo para formar o paredão com Joseane, pois esta é fraca e sairá. “Naia você tem que ir para a final comigo”. É um espanto a pretensão de Ana! Ela não tem dúvida de que irá para a final.

Francine conversa no quarto, Procura-se, onde dorme com Naiá e Ana. No mural ao lado de sua cama, ela colou a correspondência e o cartão de Dejota. Naná aproveita o ensejo para fazer a cabeça da gaúcha contra Max e a favor de Dejota. Nunca vi tanta maldade e má intenção como vejo nessas duas criaturas. Naná iniciou a conversa dizendo à Fran que “Dejota é quem gosta de você, de verdade, ele disse tudo, sem dizer nada, ele se expôs para o Brasil inteiro. Esse é dos meus, teve peito de falar, Max demorou dois meses e falou porque Bial o forçou”. Logo a seguir, começou o discurso venenoso de Ana: “Esse também é dos meus. Ele foi verdadeiro, demonstrando que gosta de ti antes de tu ser famosa, tu gosta é dele.

“Ah! Esse meu coraçãozinho confuso!” exclamou, ingenuamente, Francine. Ana voltou a pôr pilha na confusão de Francine: “Você tem que se decidir. A gente vê o carinho dele por você. Aqui há a carência. Lá fora você vai ficar balançada. Tu tens que pensar no futuro. Tu gosta dele (de Max) por carência, depois que tu sair daqui e esta for sanada, como é que vai ser?”. Reforçando a pancada do malho em Max, Naná radicalizou sua crítica demolidora: “Ontem, depois do cartão do Dejota, como os cornos esquentaram um pouquinho, ele deixou escapar a palavra “amor”. Esquentou os cornos dele e... pronto: ele falou a chamou de amor, assim, de repente!" Depois, na sala repetiu, na frente do Flávio falseta a piada do corno, às gargalhadas... É muito baixaria e pusilanimidade dessa bruxa má.

Naiá, provocando as revelações inconvenientes de Francine, outra uma vez, desafiou-a a falar mais: “Diga pra gente, quais foram os momentos felizes que ele fala no cartão?” E a gaúcha caiu na armadilha e relatou o que as duas maquiavélicas queriam que ela falasse, não para elas, mas para as câmeras. “Os momentos felizes foram quando a gente se conheceu, eu me apaixonei pela internet. Somente depois de seis meses, o conheci. Quando eu o vi, ele disse que tinha certeza de que ela ia entrar no bbb. Eu queria conhecer ele e ele a mim. Fui a BH e nos conhecemos. Ele é muito bom com as pessoas, tratou-me muito bem, não é vaidoso, é simples, é a coisa mais fôfa”, disse Francine para as duas “novas” amigas.

“A gente chorou quando nos despedimos. Ele chorou quando eu disse que ia para o BBB. Mas, a gente não assumiu nada. Ele deixou-me livre para fazer o que eu quisesse, inclusive ficar com alguém. Eu gosto dele, bastante. Preocupo-me em não o magoar. Me corta o coração estar magoando alguém (Dejota)” completou Francine, logo aparteada por Ana: “quando agente se preocupa em não magoar é que gosta”. Infelizmente, Fran não percebe que as duas estavam mal intencionadas, arrancando confidências dela que poderão servir para serem usadas para desestabilizar a relação dela com Max.

Como Francine não adiantou nada mais íntimo, Naná voltou à carga perguntando se ela e Dejota não haviam “ficado”. Mas não ouviram o que queriam, Fran disse que apenas trocaram uns beijos. Não desistindo de saber mais, Naná indagou se ele beija bem. “Sim, ele beija bem”, disse Fran. “Ah! Então, se beija bem, faz tudo bem, Se não beija, então é uma m... em tudo!” Fico pasmada com a identificação de Ana com Naná na maldade, no mau caratismo, na desfaçatez e na falta de escrúpulos. São capazes de tudo para vencerem o jogo e abocanharem o prêmio milionário. Vendo e ouvindo as duas falarem e agirem, sinto-me enojada!

Francine parece ter voltado a ficar confusa depois do cartão de Dejota e com necessidade de falar sobre o assunto, desabafar, ouvir alguém. Infelizmente, foi abrir a sua intimidade para duas pessoas de caráter dúbio, mais interessadas em pegar o colar do anjo e ferrar Max, que serem suas amigas. Ela estava bem ao levantar, até disse que não iria cozinhar porque queria passar o dia namorando o benhê, fez carinho nele...

Ah! A cabeça da mulher! A cabeça da mulher! Francine confusa, e com duas megeras pondo pilha em sua confusão, mexendo com sua emoção! É complicado! Nunca é tão grande o nosso desamparo como quando nos abandonamos a nós mesmos, às nossas próprias forças, ao demônio da nossa solidão. E nessa casa do BBB, mesmo estando rodeada de pessoas, o que Francine enfrenta é o demônio da solidão! A falta de uma alma amiga a quem possa abrir seu coração. Finda não suportando e caindo nas malhas da maldade tecidas por Naná e Ana.

Fran almoçou sozinha! Todos dormem! Somente na xepa, Joseane prepara o almoço, também trancada em sua solidão, amargando em silêncio sua decepção com Ton. Oh! Almas atrapalhadas!!

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