15/04/2009

Aprendiz 6 Universitário - segundo episódio

Stephanie e Taila retornam ao hotel, pondo fim à expectativa e tensão dos colegas, que as esperavam na sala de convivência.

O apresentador aguarda candidatos no II Comando Militar do Sudeste, onde operam as grandes autoridades militares do Estado de São Paulo. Embora não seja inédita (a primeira prova com o Exército Brasileiro foi realizada na 5a. edição do programa), Justus acredita que esta tarefa tenha muita similaridade com o mundo dos negócios.

Rodrigo é novo líder, pela equipe Maxxi. E Ana Paula comanda os trabalhos na vencedora Best. Cada um recebe um smartphone - todos os aprendizes receberão o aparelho para ficarem totalmente conectados. Rapidamente, os candidatos se encaminham até os helicópteros e voam para Salesópolis, no interior de São Paulo, onde enfrentarão, talvez, um dos desafios mais complexos de suas vidas.

Os candidatos recebem fardamentos e instrumentos e têm 35 minutos para estarem de volta e prontos para mais esta missão. E já no momento da apresentação, o tenente coronel chama a atenção de Ana Paula, dizendo que seu grupo foi 'abandonado' por ela. Ele grita e pede respeito e disciplina à hierarquia para a líder do Best. Ela afirma que queria muito ser a líder da prova do exército, e que mesmo diante dos percalços que deverá encontrar, vai resistir à pressão.

Primeira missão: prova de tiros. Cada integrante deverá acertar os balões com as cores correspondentes à sua equipe. Cada um terá direito a três disparos. Como a equipe Best tem um integrante a mais, Ana Paula escolhe Raissa para ficar de fora desta prova. Rebeca foi a única integrante a acertar dois tiros, quando a prova já se encaminhava para o final. Mas, em um deles, acertou um balão que correspondia à cor da equipe Maxxi. O tenente coronel chama sua atenção, e a estudante sai nervosa e preocupada com o resultado.

Nervosa, Carla diz que não conseguirá atirar. Mas diz que imaginava que tudo isso aconteceria. "Eu esperava essa pressão, essa cobrança", desabafa. "Sem nem tentar, o sujeito já fala que não consegue. Esta é uma frase que ninguém pode dizer, em momento algum, nem num primeiro instante. Ninguém, em lugar nenhum! Somente os derrotados", recomenda o exaltado coronel.

Os grupos se deslocam para aguardarem a próxima instrução. O soldado dá 10 segundos para os grupos se posicionarem atrás de seus líderes. Alguns membros da Best não se entendem, não prestam atenção nas palavras do comandante, e forçam Ana Paula a gritar. Alguns reclamam que não entenderam a orientação, e ela confessa que alguns colegas não estão respondendo como deveriam. Carla disse que entende a dificuldade da líder por já ter passado por esta situação, mas que ela precisa se conter em alguns momentos.

As equipes recebem instruções sobre como carregar soldados feridos, caminhar em mata fechada e construir uma jangada. Assim, precisam encontrar cinco kits de alimentos escondidos no meio do mato. Com o auxílio de uma bússola, a equipe Best começa as buscas orientadas por um soldado, que pressiona os candidatos o tempo todo. Com a Maxxi, o mesmo acontece. A noite chega, e os candidatos se preparam para a prova do cabo de guerra, que será decidido em três fases. Mais uma vez, Ana escolhe deixar Raissa de fora, por ter uma integrante a mais no grupo. Best vence a primeira batalha, com alguma facilidade. E a segunda também.

Quase 23 horas, e as equipes seguem para seus acampamentos, onde precisam armar suas barracas e preparar a ração. Stephanie quase coloca fogo nos pacotes de comida, enquanto Rodrigo é orientado para não deixar esta função nas mãos dela. Os aprendizes Maxxi "degustam" a refeição.

No meio da noite, Taila (Maxxi) e Pedro (Best) foram capturados pelos militares. A paranaense pede permissão para questionar o soldado do motivo do "rapto". Ele responde alertando que ela não pode questioná-lo e que deveria seguir respeitando as ordens.

Passava das 5 da manhã quando os grupos foram acordados por uma salva de tiros. Os líderes são avisados que terão 40 minutos para a primeira refeição do dia, recolhimento de barracas e materiais e apresentação no quartel para um novo dia de atividades. Soldados gritam para os participantes, alertando-os que o tempo está se esgotando. Mas apenas Rodrigo e seu grupo percebem a falta de Taila. Ele então é orientado para organizar seu grupo resgatar a "refém".

Somente 30 minutos depois de serem acordados, os membros do grupo Best percebem que Pedro também não está entre eles. A esta altura, Maxxi já está organizada e empenhada em sua busca por Taila. Quando questionada sobre alguma mudança ou diferença no grupo, Ana alega que uma mochila era o que faltava ao grupo.

E começa a principal missão: resgatar o membro do grupo que foi capturado, durante a madrugada. Num primeiro momento, eles precisam montar uma jangada e atravessar o rio, em busca do integrante que falta. A equipe Maxxi está prestes a chegar à outra margem, enquanto o grupo Best atrapalha-se na montagem e perde muito tempo. Eles não cumprem a prova e não conseguem atravessar o rio.

Já a equipe Maxxi prossegue em sua missão de resgate, e no meio da comemoração, é interrompida pelo tenente, que alerta que "ainda não acabou". Eles agora precisam carregar um soldado ferido até uma cabana. Mesmo pressionados, eles cumprem mais esta tarefa. A mesma missão é passada para Best, algum tempo depois. Rapidamente, eles improvisam uma maca e carregam o soldado "ferido". Mas caminham com certa lentidão, embora tenham cumprido esta tarefa.

Maxxi consegue rapidamente resgatar Taila, que se encontrava numa barraca, no meio da mata fechada. Ela é retirada do local pelos colegas, que comemoram seu retorno ao grupo. O mesmo acontece com Pedro e sua equipe Best, algum tempo depois.

Maxxi acabou vencendo as provas, por uma diferença de apenas 10 pontos. Todos comemoram muito, após o anúncio. Os vencedores irão para Aruba, no Caribe. Porém, como na primeira tarefa, Rodrigo terá de escolher um dos participantes para ficar no hotel e não viajar com o grupo. Aflito, Rodrigo diz que não tem nenhuma condição de indicar nenhum participante, pois após o trauma coletivo da primeira tarefa, todos se uniram, tiveram força e perseverança. Por este motivo, ele mesmo ficará no hotel. Justus elogia muito a atitude do participante, e o convida para ir a um spa, onde a equipe Best - mesmo derrotada -, descansará do estresse e da pressão sofrida na última prova.

Já na sala de reunião, Justus pergunta o que deu errado. Ana Paula toma a palavra e diz que todos se esforçaram muito e que ela tem certeza que a tarefa foi extremamente equilibrada, pois a Best só perdeu a tarefa por 10 pontos, na contagem geral. O apresentador argumenta que fazer a jangada foi a missão crucial que o grupo não conseguiu cumprir - justamente a tarefa que exigia inteligência, habilidade e raciocínio -, ao contrário da força física exibida pela equipe no Cabo de Guerra. E esta era a missão mais importante: construir a jangada para resgatar Pedro.

Justus insiste que esta era a única prova que exigia raciocínio estratégico na montagem da embarcação, e o grupo falhou. Levaram 30 minutos para reconhecer que Pedro estava sumido. Maxxi demorou 9 minutos. Justus disse ao tenente que deveria ter deixado o grupo sozinho, do outro lado do rio. Ana Paula disse que resgataria Pedro mesmo que nadando.

Longo também faz suas observações. Mariana reafirma que foi uma forma de superação. Mas Justus disse que isso não foi suficiente. Carla inicia o debate, dizendo que Álvaro tomou a frente da líder em muitos momentos e se destacou na prova. Também citou Raissa, por ter superado a pressão. Ana Paula interfere, dizendo que as decisões foram dela. Lucas afirma que Carla não correspondia às ordens da Ana Paula, por não estar focada. Carla rebate, dizendo que algumas ordens só foram ouvidas pela líder - e ela não soube passar as orientações.

Rebeca coloca que Carla foi negativa, no momento do tiro. Carla se defende, dizendo que a arma era maior que o alcance de seu braço. Álvaro destaca Rutênio, pelo equilíbrio, e Rebeca. Justus interrompe, dizendo que Rutenio dormiu durante o treinamento, e foi considerado apático pelo comandante. Achou impertinente o modo como Carla questionou a líder. Raissa disse não ser a pior em hipótese alguma, e também questionou a postura de Carla, durante o treinamento. Rutenio se defende, e disse agir na hora em que foi preciso. Justus argumenta com fotos de Rutenio dormindo. Ele também colocou Carla como a pior do grupo. Pedro destacou o trabalho de Mariana, e sua concentração nas tarefas. E Carla pede que ele coloque mais um argumento. Mariana elege Lucas o melhor, e Carla a pior pela falta de proatividade.Carla se mostrou surpresa com o argumento dos colegas. Na opinião do exército, Carla também foi fraca. Justus demite Carla, sem tirar os colegas da sala. Ela chora compulsivamente. Lucas consola a colega, e Justus deseja boa sorte. A aprendiz demitida não consegue segurar a emoção ao vivo e sai desolada, amparada pelos colegas. Justus conversa com os conselheiros, sobre a situação inédita vivida. Ele acredita que houve uma combinação, que todos se safariam depois. Sua decisão pôs um fim a essa sensação. Longo indica Rutenio, pela apatia demonstrada. Forner considerou que Raissa comprometeu o desempenho da equipe. Ana, Rutenio e Raissa retornam à sala.

A líder é questionada sobre quem deve deixar o programa. Ela argumenta que Raissa não controla suas respostas e emoções. A cearense argumenta que não demonstrou arrogância frente aos superiores do exército e que não foi insubordinada. Justus rebate que o comandante citou justamente estes aspectos no relatório. Ela tenta se defender, enrola-se um pouco para responder e diz que todos se esforçaram, e que ela não tem quem indicar para sair. Reconhece sua impulsividade.

Rutenio foi considerado "sem foco". Ele afirma que estava orando, e não dormindo. Disse que deu o máximo dele em todas as tarefas. Ele disse que Carla iria colocá-lo novamente na berlinda, se ainda estivesse no programa, e que isso era pessoal. Ana Paula não concordou.

Eles começam um debate sobre impulsividade, e sobre a postura de Raissa e suas expressões durante a prova. Justus afirma que, embora contestada, a liderança de Ana foi suficiente para mantê-la no programa. E opta por demitir Raissa do programa.

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